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Domingo, Dezembro 11, 2005

 



O Papai Noel nem sempre foi como o conhecemos hoje.
No início da história do Natal cristão, quem distribuía
presentes durante festividades natalinas era uma
pessoa real: São Nicolas.
Ele vivia em lugar chamado Myra, hoje Turquia,
há aproximadamente 300 anos AC.
Após a morte de seus pais, Nicolas tornou-se padre.

As histórias contam que São Nicolas colocava sacos
de ouro nas chaminés ou os jogava pela janela das casas.
Os presentes de natal jogados pela janela caíam dentro
de meias que estavam penduradas na lareira para secar.
Daí a tradição natalina de pendurar meias junto à lareira
para que o Papai Noel deixe pequenos presentinhos.

Alguns anos depois, São Nicolas tornou-se bispo e,
por esse motivo, passou a vestir roupas e chapéu
vermelhos e barba branca. Depois de sua morte, a Igreja
nomeou-o santo e, com o início das celebrações de Natal,
o velhinho de barba branca e roupas vermelhas passou
a fazer parte das festividades de fim de ano.


Papai Noel atual: como foi construída sua imagem

O Papai Noel que conhecemos hoje surgiu em 1823,
com o lançamento de ¿Uma visita de São Nicolas¿,
de Clement C. Moore. Em seu livro, Moore descrevia
São Nicolas como ¿um elfo gordo e alegre¿.
Quarenta anos mais tarde, Thomas Nast, um cartunista
político criou uma imagem diferente do Papai Noel,
que era modificada ano a ano para a capa da revista
Harper¿s Weekly. O Papai Noel criado por Nast
era gordo e alegre, tinha barba branca e fumava um
longo cachimbo.

Entre 1931 e 1964, Haddon Sundblom inventava uma
nova imagem do Papai Noel a cada ano para
propagandas da Coca-Cola, que eram veiculadas
em todo o mundo na parte de traz da revista National
Geografic. E é esta a imagem do Papai Noel que
conhecemos hoje.



ROSELI BLITZKOW DE SOUZA at 6:28 PM


Segunda-feira, Dezembro 05, 2005

 
Para dar uma aliviada...
Vejam que ótima essa que o Truda mandou:
Um deputado andava em alta velocidade pela cidade com seu BMW quando foi parado pelo guarda de trânsito.

Guarda:

-- O senhor estava além da velocidade permitida, por favor a sua habilitação.

Deputado:

-- Está vencida.

Guarda:

-- O documento do carro.

Deputado:

-- O carro não é meu.

Guarda:

-- O senhor por favor abra o porta luvas.

Deputado:

-- Não posso, tem um revólver ai que usei para roubar este carro.

Guarda (já bastante preocupado):

-- Abra o porta malas!

Deputado:

-- Nem pensar! na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.

Diante da situação, o guarda resolve chamar seu superior.

Chegando ao local o superior dirige-se ao deputado:

Superior:

-- Habilitação e documento do carro por favor!

Deputado:

-- Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a habilitação está regular.

Superior:

-- Abra o porta luvas!

Deputado (tranqüilamente...):

-- Como vê, só tem alguns papéis.

Superior:

-- Abra o porta malas!

Deputado:

-- Certo, aqui está... como vê, está vazio.

Superior (constrangido):

-- Deve estar acontecendo algum equívoco, o meu subordinado me disse que o senhor não tinha habilitação, que não era o dono do carro, pois o tinha roubado com um revólver que estava no porta luvas, de uma mulher cujo corpo estava no porta malas!

Deputado:

-- Só falta agora esse sacana dizer que eu estava em alta velocidade!!!



JOSEFA NAVAS FARIA at 9:36 PM


Sexta-feira, Dezembro 02, 2005